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quarta-feira, 29 de fevereiro de 2012

Informações sobre execução de pastor não são confirmadas

Informações sobre execução de pastor não são confirmadas

sexta-feira, 24 de fevereiro de 2012

Pastor iraniano Yousef Nadarkhani pode ser enforcado a qualquer momento

Publicado por Valder Damasceno em 24 de fevereiro de 2012
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Outros veículos de comunicações internacionais também noticiaram sobre o caso. Em matéria publicada ontem, o site estadunidense Fox News citou: “o tribunal no Irã emitiu seu veredito final, ordenando um pastor cristão para ser condenado à morte”. Vários membros do congresso americano e também istituições cristãs têm se unido na luta para salvar a vida de Yousef Nadarkhani, mas a situação parece ter chegado ao seu ponto mais crítico desde sua prisão.
O mundo tem acompanhado o dramático caso do pastor iranaiano, ele foi preso em outubro de 2009, após ter sido acusado de apostasia por ter se desligado do islã e se convertido ao cristianismo. Desde então, Yousef Nadarkhani vem enfrentando uma batalha judicial e lutando contra o risco de sua própria execução, já que, a pena máxima, segundo as leis islâmicas é a pena de morte.
Fatos como este têm preocupado a igreja brasileira, pois o Brasil é o segundo país que mais envia missionários em todo o mundo. Algumas nações têm pouca abertura ao cristianismo, como é o caso do Irã e outros países de religião islâmica. Isso tem gerado reincidentes casos de violência contra os missionários, muitos deles chegam a correr risco de morte por serem cristãos e por anunciarem o evangelho.
Fonte: Gospel+

quarta-feira, 16 de novembro de 2011

Muçulmanos somalis atacam cristão no Quênia

Um cristão somali está internado após ter sido atacado por jovens muçulmanos de seu país no Quênia. Ele foi espancado pelos jovens que usaram barras de ferro e bastões de madeira na semana passada, o que o deixou inconsciente perto da porta de uma igreja
Hassan, um refugiado de 25 anos da Somália, cujo sobrenome é omitido por razões de segurança, não tinha sido criado como um muçulmano, pois recebeu a Cristo com 7 anos. Mas seus vizinhos somalis que moram no Quênia o atacaram e o deixaram ensangüentado e nu, pensando que ele era um apóstata e que havia negado o Islã.
Ele e sua mãe, uma ex-muçulmana que se converteu ao cristianismo, fugiram da guerra da guerra da Somália 10 anos depois que seu marido havia morrido. Eles faziam parte de uma igreja doméstica subterrânea.
Hassan estava voltando para sua casa às oito e meia da noite quando foi abordado por seis jovens muçulmanos. Eles o agrediram com barras de metal em sua cabeça e ele perdeu dois dentes. Depois os outros começaram a agredir as suas costas.
Alguns chutaram sua barriga enquanto ele ainda estava no chão. Outros atingiram suas pernas. Ele também foi ferido nas mãos com facadas. Os agressores tiraram suas roupas e o jogaram na porta da Igreja Presbiteriana da África Oriental. Alguns pedestres o viram e chamaram sua mãe.
“Quando cheguei ao local do ataque, meu filho estava deitando em uma poça de sangue”, disse a mãe ao Compass. “Eu chorava e não sabia o que havia acontecido. Ele só recobrou a consciência quando a polícia havia chegado. Os criminosos cobriram meu filho de sujeira.”
A polícia prendeu dois dos agressores. Os outros quatro muçulmanos ainda estão sendo procurados e Hassan e sua mãe temem que a polícia não faça nada contra essa situação e que eles possam ser ainda mais ameaçados.
FonteCompass Direct
TraduçãoLucas Gregório

segunda-feira, 17 de outubro de 2011


Egípcios lamentam massacre de cristãos coptas

Líderes pedem jejum e oração para que Deus intervenha na situação do Egito
Quase um ano após o começo das revoltas no Oriente que resultaram na Primavera Árabe, o serviço funerário no Egito funcionou nesta última terça, dia 10, para famílias cristãs. um grupo de manifestantes cristãos foi vítima do ataque militar que deixou 26 mortos e centenas de feridos.
Na trilha do que poderia ser o pior ato de violência contra os cristãos do Egito na história moderna, os líderes da Igreja Ortodoxa Copta e de outras congregações pediram três dias de jejum e oração para a intervenção divina, juntamente com três dias de luto.
Samia Sidhom, editora chefe do semanário copta Al Watani, disse que os coptas em todo o Egito estão abalados com o ataque e se preocupam com o futuro para os cristãos no país.
"Agora não podemos sequer imaginar como o futuro será", afirmou. Falando especificamente sobre a chamada para o jejum, Samia acrescentou: "Neste ponto, só  Deus pode fazer alguma coisa ou não teremos nada."
No domingo, dia 09, o ataque começou tarde da noite quando manifestantes cristãos marchavam pela capital e receberam pedradas e outros projéteis perto de uma ponte que corta o Cairo. No momento em que os manifestantes estavam prontos a tornar conhecida a manifestação, perto do Edifício Maspero onde abriga a rede de televisão e radio, o exército começou a atirar e forçar veículos contra a multidão de manifestantes.
Testemunhas no local dizem que os ataques deixaram partes dos corpos espalhadas no local, e um vídeo amador mostra dois automóveis indo contra os manifestantes.
O protesto veio em resposta a um ataque em 30 de setembro no Alto Egito, na aldeia Elmarenab em Aswan, quando o prédio da Igreja Mar Gerges foi incendiada.
O prédio da igreja, que estava sendo reformado, foi atacado por muçulmanos locais, que alegavam a falta de direito para a construção, apesar de existirem documentos legais de autorização para a reforma. Os muçulmanos alegam que a estrutura era uma casa de hospitalidade.
Antes do ataque, os líderes da igreja tiraram as cruzes que estavam do lado de fora do edifício, pois estavam sendo destruídas. A Igreja foi a terceira queimada no Egito, em sete meses.
Samia afirma que os manifestantes cristãos se preocupam pelo ataque à Igreja, pois o governo os responsabilizou por isso, alegando que o prédio era uma casa de hospitalidade com uma construção ilegal ocorrendo e destruí-la seria a melhor forma para conseguir uma autorização.
Os cristãos coptas, uma vez que a maioria no Egito, agora compõem 7-10% do país, com 80 milhões de pessoas.

http://www.portasabertas.org.br/noticias/2011/10/1204028/

sexta-feira, 30 de setembro de 2011


Senador Crivella pede apoio a pastor ameaçado por pena de morte no Irã

O senador Marcelo Crivella (PRB-RJ) pediu ontem ( 29) ao Senado Federal que faça um apelo para que o pastor Yousef Nadarkhani não seja condenado à morte.
O senador Marcelo Crivella (PRB-RJ) pediu ontem (29) ao Senado Federal que faça um apelo para que o pastor Yousef Nadarkhani não seja condenado à morte. O pastor foi acusado de apostasia (abandono da fé): de acordo com o parlamentar, a lei islâmica, a sharia, condena à morte os iranianos que vêm de uma família muçulmana e deixam de professar o islamismo por outra fé.
Em aparte, o presidente da Comissão de Direitos Humanos e Legislação Participativa (CDH), senador Paulo Paim (PT-RS), comprometeu-se a entregar um documento ao presidente do Senado, José Sarney (PMDB-AP), para que seja enviado à Embaixada do Irã, em apoio ao pastor.
Além de Paim, os senadores Ana Amélia (PP-RS), Aloysio Nunes (PSDB-SP), Jayme Campos (DEM-MT) e Geovani Borges (PMDB-AP) se solidarizaram com a causa de Marcelo Crivella.
Após realizar contato com a Portas Abertas Brasil, o senador Crivella informou ao público que já transcorreu a terceira audiência na qual o pastor deveria negar sua fé no cristianismo, mas ele se recusou a fazê-lo. De acordo com o senador, o pastor também se negou a dizer qual a religião de seus antepassados.
Marcelo Crivella informou que Yousef Nadarkhani não teve a pena de morte decretada, mas continua preso. Recentemente conseguiu rever seus filhos, o que não fazia desde março. O senador informou que os advogados do pastor tentam reverter sua pena para prisão perpétua, mas isso também não interessa, uma vez que o pastor é "apenas um homem que exerce o direito de expressar sua consciência e sua liberdade religiosa".
Assista ao vídeo em que Crivella faz um apelo em favor de Nadarkhani: