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sexta-feira, 8 de março de 2013

Reflexão


QUER ABRIR A PORTA, DOUTOR?
Todos os domingos, à mesma hora, 11h15 da manhã, aquele carro estacionava ao lado do meio-fio em frente àquela pequena igreja batista daquela cidade, e dava três suaves toques na buzina.

De lá saía uma mulher com uma criança envolta pelo seu braço esquerdo, segurando a mão da outra criança. Sobre seu ombro, uma fralda. Sob o braço, uma Bíblia com uma revistinha e, do outro lado, uma sacola com pertences das crianças. Ela chegava ao lado daquele veículo, soltava a mão da criança e girava a maçaneta. Às vezes algo caía ao chão, ela se curvava e apanhava. Movia o banco dianteiro para frente, colocava atrás seus objetos, sentava lá o garoto maior, entrava, acomodava-se, puxava o banco dianteiro e fechava a porta.

Todos os domingos a mesma rotina.

Um dia, aquela irmã morre. Seu corpo estava sendo velado no templo daquela igrejinha. Termina o culto. Pessoas se despedem dela.Fecham o caixão e começam a conduzi-lo pelo corredor do templo. Quando o condutor do carro-fúnebre, que aguardava lá fora ao lado do veículo, vê que o caixão está se aproximando, vai abrir a porta traseira do veículo, vê aquele homem parado ao lado e lhe pergunta:

– Quer abrir a porta, doutor?

Fora ele o esposo daquela irmã. Era um respeitado juiz daquele condado. Suas sentenças eram firmes e inexoráveis. Num rompante ante a pergunta do rapaz, ele ergue o braço para abrir a porta. Quando sua mão toca na maçaneta, seu sangue se petrifica em suas veias e sua mão não se move. Então ele se apercebe: “Pela primeira vez em minha vida; pela única vez em minha vida; pela última vez em minha vida, eu abro uma porta para minha esposa passar. Só que agora ela não pode ver e sentir o calor deste gesto, que tanto lhe dulcificaria.”

Alguém disse certa vez: “Tragam-me flores, agora que eu as posso ver e sentir o perfume daqueles que as trazem a mim.”

(Do livro “Com Firmeza e Ternura”, de Joyce Landorf – Editora Vida

quarta-feira, 4 de julho de 2012


Homens que pregavam o fim da Igreja Assembleia de Deus são condenados por intolerância religiosa


Homens que pregavam o fim da Igreja Assembleia de Deus são condenados por intolerância religiosa
A justiça do Rio de Janeiro condenou pelo crime de preconceito dois evangélicos acusados de difundir por meio da internet ideias de discriminação religiosa, ofendendo seguidores de outras religiões. A sentença foi proferida pela juíza Ana Luiza Mayon Nogueira, da 20ª Vara Criminal do Tribunal de Justiça do Rio.
De acordo com a ação, movida pelo Ministério Público do Estado, os dois membros da Igreja Pentecostal Geração Jesus Cristo, o pastor Tupirani da Hora Lores, e Afonso Henrique Alves Lobato, um de seus discípulos, utilizavam blogs para pregar o fim da igreja Assembleia de Deus e para atacar outros segmentos religiosos com os quais não concordavam.
Os religiosos praticavam ainda intolerância religiosa contra judeus e afirmavam que as outras religiões são seguidoras do diabo e adoradoras do demônio. Eles também associavam a figura de pais de santo a homossexuais, menosprezando ambos, segundo informou o site JusBrasil.
Segundo a sentença proferida pela juíza, o pastor teria confirmado, durante o interrogatório, que sua religião prega que, “como discípulo de Jesus Cristo, deve acusar todos os outros conceitos em geral que são contrários ao Evangelho de Jesus Cristo (…), que não existe pai de santo heterossexual, pois todos são homossexuais; que homossexualismo é possessão demoníaca; que uma pessoa que está possuída pelo demônio não merece confiança; e que discrimina todas as religiões.
O pastor Tupirani foi condenado à prestação de serviço à comunidade e ao pagamento de dez salários mínimos em favor de uma entidade beneficente. Já seu discípulo, Afonso Henrique, foi condenado à prestação de serviço e limitação de fim de semana. Ainda de acordo com a sentença, em nenhum momento os dois tentaram justificar suas condutas.
Fonte: Gospel+

sexta-feira, 24 de fevereiro de 2012

Pastor iraniano Yousef Nadarkhani pode ser enforcado a qualquer momento

Publicado por Valder Damasceno em 24 de fevereiro de 2012
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Outros veículos de comunicações internacionais também noticiaram sobre o caso. Em matéria publicada ontem, o site estadunidense Fox News citou: “o tribunal no Irã emitiu seu veredito final, ordenando um pastor cristão para ser condenado à morte”. Vários membros do congresso americano e também istituições cristãs têm se unido na luta para salvar a vida de Yousef Nadarkhani, mas a situação parece ter chegado ao seu ponto mais crítico desde sua prisão.
O mundo tem acompanhado o dramático caso do pastor iranaiano, ele foi preso em outubro de 2009, após ter sido acusado de apostasia por ter se desligado do islã e se convertido ao cristianismo. Desde então, Yousef Nadarkhani vem enfrentando uma batalha judicial e lutando contra o risco de sua própria execução, já que, a pena máxima, segundo as leis islâmicas é a pena de morte.
Fatos como este têm preocupado a igreja brasileira, pois o Brasil é o segundo país que mais envia missionários em todo o mundo. Algumas nações têm pouca abertura ao cristianismo, como é o caso do Irã e outros países de religião islâmica. Isso tem gerado reincidentes casos de violência contra os missionários, muitos deles chegam a correr risco de morte por serem cristãos e por anunciarem o evangelho.
Fonte: Gospel+

quarta-feira, 16 de novembro de 2011

Muçulmanos somalis atacam cristão no Quênia

Um cristão somali está internado após ter sido atacado por jovens muçulmanos de seu país no Quênia. Ele foi espancado pelos jovens que usaram barras de ferro e bastões de madeira na semana passada, o que o deixou inconsciente perto da porta de uma igreja
Hassan, um refugiado de 25 anos da Somália, cujo sobrenome é omitido por razões de segurança, não tinha sido criado como um muçulmano, pois recebeu a Cristo com 7 anos. Mas seus vizinhos somalis que moram no Quênia o atacaram e o deixaram ensangüentado e nu, pensando que ele era um apóstata e que havia negado o Islã.
Ele e sua mãe, uma ex-muçulmana que se converteu ao cristianismo, fugiram da guerra da guerra da Somália 10 anos depois que seu marido havia morrido. Eles faziam parte de uma igreja doméstica subterrânea.
Hassan estava voltando para sua casa às oito e meia da noite quando foi abordado por seis jovens muçulmanos. Eles o agrediram com barras de metal em sua cabeça e ele perdeu dois dentes. Depois os outros começaram a agredir as suas costas.
Alguns chutaram sua barriga enquanto ele ainda estava no chão. Outros atingiram suas pernas. Ele também foi ferido nas mãos com facadas. Os agressores tiraram suas roupas e o jogaram na porta da Igreja Presbiteriana da África Oriental. Alguns pedestres o viram e chamaram sua mãe.
“Quando cheguei ao local do ataque, meu filho estava deitando em uma poça de sangue”, disse a mãe ao Compass. “Eu chorava e não sabia o que havia acontecido. Ele só recobrou a consciência quando a polícia havia chegado. Os criminosos cobriram meu filho de sujeira.”
A polícia prendeu dois dos agressores. Os outros quatro muçulmanos ainda estão sendo procurados e Hassan e sua mãe temem que a polícia não faça nada contra essa situação e que eles possam ser ainda mais ameaçados.
FonteCompass Direct
TraduçãoLucas Gregório